Associação de estudantes em Coimbra lamenta a morte de jovem madeirense

A Associação de Estudantes do Instituto Superior de Contabilidade e Administração de Coimbra (AE ISCAC) lamentou esta tarde, nas redes sociais, o falecimento de um jovem estudante madeirense acometido de doença súbita. É com um texto muito...

Associação de estudantes em Coimbra lamenta a morte de jovem madeirense
A Associação de Estudantes do Instituto Superior de Contabilidade e Administração de Coimbra (AE ISCAC) lamentou esta tarde, nas redes sociais, o falecimento de um jovem estudante madeirense acometido de doença súbita. É com um texto muito emotivo, que fala da efemeridade da vida e da importâcia da partilha, da amizade, dos sorrisos e da união, que a direção da associação estudantil homenageia e se despede do estudante Luís Quaresma, de 23 anos. "Hoje, despedimo-nos de ti Luís, tristemente cientes de que nunca mais ouviremos a tua voz amiga, mas de que também nunca nos esqueceremos da tua presença. Hoje, o teu percurso térreo termina e a eternidade espera-te, no Céu e nas nossas memórias. Um obrigado por fazeres parte do Um Só que é o ISCAC. Um dia, mais tarde, voltaremos a encontrar-nos e a gritar “Quantos somos caloiros? UM SÓ!", escreveram. A homenagem mereceu os comentários dos pais do jovem, Sérgio e Cristina Quaresma, fortemente abalados com a partida inesperada do seu único filho. Sensibilizado com as palavras dos colegas do filho, o pai revelou que o jovem "a caminho da sua viagem final" ia ainda "fazer uma paragem no bloco operatório, para ajudar o maior número de pessoas possível, doando os seus órgãos". "A todos os colegas, peço-lhes que vivam cada dia das vossas vidas como se já o tivessem feito uma vez e quisessem vivê-lo ainda melhor... A vida é demasiado efémera para se ser mesquinho ou abdicar de princípios. Boa vida para todos vós", desejou o pai, também ele um antigo estudante de Coimbra. "Muito obrigada por esta linda homenagem ao nosso filho. Ele estava muito feliz por fazer parte dessa família que o acolheu de braços abertos. Era muito feliz e fez grandes amigos. Não se consegue fazer nada contra o inexplicável. Fico feliz que o meu filho tenha deixado uma marca", escreveu a mãe, natural da cidade do Mondego.