Bastonária elogia pleno emprego na Região

Ana Rita Cavaco, bastonária da Ordem dos Enfermeiros, foi recebida em audiência na Quinta Vigia, por Miguel Albuquerque, presidente do Governo Regional, elogiando o pleno emprego que se verifica na Região ao nível da enfermagem e os vínculos...

Bastonária elogia pleno emprego na Região
Ana Rita Cavaco, bastonária da Ordem dos Enfermeiros, foi recebida em audiência na Quinta Vigia, por Miguel Albuquerque, presidente do Governo Regional, elogiando o pleno emprego que se verifica na Região ao nível da enfermagem e os vínculos a termo incerto, algo que difere da abordagem em Portugal Continental. Depois da audiência, em declarações aos jornalistas, Ana Rita Cavaco elogiou o modo como os enfermeiros estão a ser tratados na Madeira. “Aqui não há desemprego em enfermagem, os contratos são a termo incerto, muito diferente do que se passa no continente. Há também a equiparação de enfermeiros dos lares ao sistema de saúde, de maneira que saímos daqui muito felizes. Tomara que no continente fosse assim”, elogiou a bastonária, referindo que no continente o vínculo é mais precário, “renovado de quatro em quatro meses”, dando a sensação de que os enfermeiros são “descartáveis”. Quando questionada se há alguma reivindicação dos enfermeiros madeirenses, Ana Rita Cavaco referiu “não ter recebido nenhuma exposição ou denúncia” nos serviços da Ordem dos Enfermeiros, desde que a pandemia começou, ou seja, há mais de um ano, ao contrário do que antes acontecia, onde sempre chegava alguma reivindicação. A bastonária elogiou ainda os testes no aeroporto, referindo que veio à Madeira também “verificar a vacinação”, que está a “correr muito bem, até melhor do que em algumas zonas do continente”, adiantando que hoje irá visitar o maior centro de vacinação da Região, no Madeira Tecnopolo. Por isso, Ana Rita Cavaco acredita que na Madeira o trabalho dos enfermeiros “está a ser valorizado”, elogiando o vínculo a “termo incerto”. A bastonária relembrou que os enfermeiros não devem ser contratados só devido à pandemia, uma vez que depois da mesma será preciso “recuperar muita coisa”, passando pelos “doentes covid” devido a eventuais sequelas, pelos “doentes não covid” e ainda pela “saúde mental”, campo que considera de extrema importância.