Bernardino Laureano lembra antigos combatentes nas cerimónias do Armistício na Avenida do Mar

Comemorou-se, durante esta manhã, junto ao Monumento aos Combatentes, na Avenida do Mar, as cerimónias do Armistício que louvam todos aqueles que em nome da Pátria, caíram em frentes de combate. Marinha, Força Aérea e Exército velavam o monumento,...

Bernardino Laureano lembra antigos combatentes nas cerimónias do Armistício na Avenida do Mar
Comemorou-se, durante esta manhã, junto ao Monumento aos Combatentes, na Avenida do Mar, as cerimónias do Armistício que louvam todos aqueles que em nome da Pátria, caíram em frentes de combate. Marinha, Força Aérea e Exército velavam o monumento, numa manhã em que o sol lá aparecia tímido para dar um calor especial à ocasião. Posicionados logo atrás dos três ramos das forças armadas estavam também os membros da liga dos combatentes e ainda representantes da liga inglesa. O tenente coronel Bernardino Laureano, presidente do Núcleo do Funchal da liga dos Combatentes, foi quem deu voz ao primeiro discurso da cerimonia onde aclamou honras por todos os combatentes que deram as suas vidas pela nação, soltando um apelo aos órgãos de soberania nacional para que cuidem de todos os que ainda hoje estão nas frentes de combate. “Peço ao poder politico, em especial a todos os órgãos de soberania nacional, à Assembleia da República e ao Governo, ambos recentemente empossados, que não esqueçam os seus antigos combatentes. Que tudo façam de modo a dignificar todos os que um dia partiram em nome da Pátria”, vincou. Ireneu Barreto ecoou da mesma forma todos os feitos dos ex-combatentes lembrando o “sacrifício de todos os que tombaram na terra” que com heroicidade perderam a vida. “o Estado reconhece a existência de deveres para com os antigos combatentes, cujos interesses passam a ter representação especifica ao nível do Governo”, afirmou Ireneu Barreto. Ressalvando ainda que “ não há outras funções que se possam comprar aquelas que são executadas pelas nossas Forças Armadas em frentes ativas de combates. O nosso sentimento perante os nossos militares mortos em combate deve ser sempre o mesmo: o de respeito e gratidão”. Após os discursos seguiu-se a cerimónia de homenagem aos mortos caídos em defesa da Pátria, a deposição de flores e no fim, o novo coronel capelão militar da Madeira deu as suas bênçãos a todos os presentes.