Covid-19: Pandemia fez 395.977 mortos em todo o mundo

A pandemia de covid-19 já causou pelos menos 395.977 mortos em todo o mundo desde que o coronavírus foi detetado na China em dezembro, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP. Até às 12:00 (de Lisboa), foram diagnosticados mais de...

Covid-19: Pandemia fez 395.977 mortos em todo o mundo
A pandemia de covid-19 já causou pelos menos 395.977 mortos em todo o mundo desde que o coronavírus foi detetado na China em dezembro, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP. Até às 12:00 (de Lisboa), foram diagnosticados mais de 6.782.890 casos de infeção em 196 países e territórios, dos quais pelo menos 2.943.700 foram considerados curados. Os Estados Unidos, que decretaram a primeira morte por covid-19 no início de fevereiro, continuam a liderar a tabela dos países mais afetados, tanto em número de casos (1.897.838), como de mortes (109.143). O país regista 491.706 pessoas recuperadas. Aos Estados Unidos seguem-se Reino Unido (40.261 mortos, 283.311 casos), o Brasil (35.026 mortos, 645.771 casos), Itália (33.774 mortos, 234.531 casos) e França (29.111 mortos, 190.052 casos). A China, onde o vírus foi identificado pela primeira vez, declara oficialmente 83.030 casos (apenas três novos entre sexta-feira e hoje), dos quais 4.634 mortos e 78.329 recuperados. A Europa totaliza, às 12:00 de hoje, 182.708 mortos e 2.248.511 casos; a América do Norte (Estados Unidos e Canadá) contabiliza 116.894 mortes e 1.992.165 casos; América Latina e Caribe regista 62.458 mortos e 1.245.077 casos; a Ásia apresenta 18.636 mortes e 652.812 casos; o Médio Oriente declara 10.248 mortos e 458.222 casos; África identifica 4.902 mortos e 177.477 casos; e Oceânia conta com 131 mortos e 8.632 casos. Portugal contabiliza pelo menos 1.465 mortos associados à covid-19 e 33.969 casos confirmados de infeção, segundo o último boletim diário da Direção-Geral da Saúde (DGS), que será atualizado hoje. O balanço feito pela AFP baseia-se em dados das autoridades nacionais e da Organização Mundial da Saúde. Porém, assinala a AFP, o número de casos reflete apenas uma fração da realidade, pois alguns países testam apenas os casos graves, outros traçam prioridades de rastreio e outros ainda, os mais desfavorecidos, têm capacidades limitadas de despiste.