Covid-19: Ucrânia regista novo máximo de mortes desde o início da pandemia

A Ucrânia registou hoje 793 mortes por covid-19, o que representa um novo máximo devido a esta doença infecciosa desde o início da pandemia em março de 2020. Na sexta-feira este país eslavo registou 729 mortes atribuídas à covid-19. Segundo...

Covid-19: Ucrânia regista novo máximo de mortes desde o início da pandemia
A Ucrânia registou hoje 793 mortes por covid-19, o que representa um novo máximo devido a esta doença infecciosa desde o início da pandemia em março de 2020. Na sexta-feira este país eslavo registou 729 mortes atribuídas à covid-19. Segundo dados das autoridades de saúde sanitárias, divulgados no seu canal no Telegram, o número de casos confirmados de covid-19 no país nas últimas 24 horas foi de 25.063. Nas últimas semanas o número de infeções aumentou, colocando o sistema médico do país sob forte pressão. A Ucrânia registou 3.174.223 infeções e 75.346 mortes por covid-19 desde o início da pandemia. Com uma população de 44 milhões apenas cerca de 7,7 milhões de cidadãos já receberam o esquema vacinal completo, embora o país tenha disponíveis quatro diferentes vacinas contra o coronavírus. A Ucrânia tem a segunda taxa mais baixa da Europa depois da Arménia. Numa tentativa de conter o contágio, as autoridades ucranianas exigiram que professores, funcionários públicos e outros trabalhadores fossem totalmente vacinados até 8 de novembro ou teriam os seus salários suspensos. Além disso, a prova de vacinação ou um teste negativo é agora exigido para viajar de avião, comboio ou autocarro de longa distância. Na quarta-feira, várias centenas de pessoas protestaram em Kiev contra a vacinação anticovid, gritando "Não aos passaportes sanitários" e "Não ao fascismo covid". O ministro da Saúde ucraniano, Víktor Liashko, classificou o protesto como um insulto aos profissionais de saúde e às pessoas que perderam entes queridos durante a pandemia A Ucrânia faz fronteira com a Rússia, que registou também novos recordes semanais desde meados de setembro quer no número de mortes quer no número de infeções diárias.