Madeirense vice-campeão mundial destaca trabalho de equipa

Um dia depois de conquistar a medalha de bronze, Marco Lira, patinador do CDR Prazeres garantiu a segunda posição na prova dos 10 Km pontos, numa prova que decorre na Colômbia.   Marco Lira preferiu destacar o trabalho em equipa na altura de...

Madeirense vice-campeão mundial destaca trabalho de equipa
Um dia depois de conquistar a medalha de bronze, Marco Lira, patinador do CDR Prazeres garantiu a segunda posição na prova dos 10 Km pontos, numa prova que decorre na Colômbia.   Marco Lira preferiu destacar o trabalho em equipa na altura de celebrar o feito, com especial atenção para o seu colega e também madeirense Gonçalo Abreu.“Foi uma prova muito dura, sabíamos que estávamos a nos sentir bem e arriscámos no meio da prova, controlando depois a frente da prova, com um trabalho muito bem efetuado pelo meu colega Gonçalo Abreu, que para mim foi o principal responsável por esta medalha, pois sem ele tenho a certeza que não tinha conseguido”, revelou o vice-campeão do mundo de patinagem de velocidade 10 Km pontos, que voltará a entrar em competição no dia de hoje e de amanhã. “Nas restantes provas vou tentar divertir-me, sem pressão alguma, fazer aquilo que eu gosto e se possível trazer mais alguma medalha para Portugal”, disse. Já o seu colega Gonçalo Abreu, destacou a estratégia e companheirismo que permitiu a vitória lusitana na Colômbia: “Foi uma ‘prova de loucos’, tínhamos esta estratégia já planeada há dois dias e tentamos manter a calma nas primeiras voltas e depois, como planeado, ‘atacar’ na volta 16, tal como o fizemos, e assim conseguimos atingir um ritmo muito forte, fiz o meu trabalho a bloquear o plutão para conseguir ganhar tempo para o Marco.” Alípio Silva, treinador do CDR Prazeres e selecionador nacional da modalidade, revela estar a viver um momento de enorme felicidade e de dever cumprido. “Estar num campeonato do mundo e atingir uma medalha já é um grande feito, alcançar duas é ainda maior. Não vou dizer que o objetivo não era lutar pelas medalhas, agora ser vice-campeão do mundo um dia depois de conquistar o bronze não era algo que acharia assim tão possível há primeira vista, mas tínhamos o nosso trabalho muito bem definido, os nossos atletas já sabiam o que queriam e isso marcou a diferença. Fomos sem receios e isso foi determinante para podermos trazer mais uma medalha para Portugal”, disse o selecionador nacional de patinagem de velocidade, aproveitando para “agradecer a todos os que tornaram isto possível, em especial à Madeira… em especial à Calheta", concluiu.