Motoristas: PM diz que não foi necessário recorrer a forças de segurança ou Forças Armadas

O primeiro-ministro afirmou hoje que não foi ainda necessário recorrer a nenhum elemento das forças de segurança ou Forças Armadas para conduzir viaturas, destacando a “normalidade” do primeiro dia de greve dos motoristas, “Há a registar como...

Motoristas: PM diz que não foi necessário recorrer a forças de segurança ou Forças Armadas
O primeiro-ministro afirmou hoje que não foi ainda necessário recorrer a nenhum elemento das forças de segurança ou Forças Armadas para conduzir viaturas, destacando a “normalidade” do primeiro dia de greve dos motoristas, “Há a registar como muito positivo os serviços mínimos estarem a ser cumpridos (...). Tudo decorre com normalidade, o que felizmente não tornou necessário que seja decretada a requisição civil. Até agora não foi necessário empenhar um único elemento das forças de segurança ou das Forças Armadas para conduzir qualquer viatura”, afirmou António Costa aos jornalistas. O primeiro-ministro participou hoje de manhã no ‘briefing’ operacional na Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, em Carnaxide, Oeiras, tendo falado aos jornalistas no final da sessão. Os motoristas cumprem hoje o primeiro dia de uma greve marcada por tempo indeterminado e com o objetivo de reivindicar junto da associação patronal Antram o cumprimento do acordo assinado em maio, que prevê uma progressão salarial. A greve foi convocada pelo Sindicato Nacional dos Motoristas de Matérias Perigosas (SNMMP) e pelo Sindicato Independente dos Motoristas de Mercadorias (SIMM), tendo-se também associado à paralisação o Sindicato dos Trabalhadores de Transportes Rodoviários e Urbanos do Norte (STRUN). O Governo decretou serviços mínimos entre 50% e 100% e declarou crise energética, que implica “medidas excecionais” para minimizar os efeitos da paralisação e garantir o abastecimento de serviços essenciais como forças de segurança e emergência médica.