Paulo Cafôfo: “Não há ninguém que não reconheça as capacidades de trabalho duro dos portugueses”

O secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Paulo Cafôfo, foi recebido esta sexta-feira, na residência oficial do Embaixador de Portugal em Caracas, tendo aproveitado a ocasião para salientar o papel da comunidade na representação da...

Paulo Cafôfo: “Não há ninguém que não reconheça as capacidades de trabalho duro dos portugueses”
O secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Paulo Cafôfo, foi recebido esta sexta-feira, na residência oficial do Embaixador de Portugal em Caracas, tendo aproveitado a ocasião para salientar o papel da comunidade na representação da imagem do país na Venezuela. “O Embaixador Carlos Sousa Amaro vai ao Chile, mas leva a Venezuela com ele, leva a comunidade e o povo. Não há ninguém que não reconheça as capacidades de trabalho duro dos portugueses”, disse Paulo Cafôfo na receção que juntou várias dezenas de convidados. “Não há nenhuma terra como esta que tenha associações e o movimento associativo e que fale muito de si. Porque não se preocupa apenas com os negócios, mas também com a ajuda às pessoas necessitadas, e estas qualidades de doação, de bondade e de solidariedade humana”, acrescentou, confessando: “Tenho orgulho em estar diante de vós”. O governante fez depois questão de lembrar que o Governo português “tem investido muito no apoio social e em movimentos associativos'', embora sublinhando que o “governo não faz nada sem a vossa ajuda, sem que as suas mãos ajudem a representar o país.”  “O que vocês fazem aqui é trazer um pouco de Portugal para este país”, afirmou, confessando que se sente “como se estivesse entre a família'', pois “este é um país fantástico e belo, mesmo que tenham situações económicas, políticas e sociais difíceis”. Antes da intervenção de Cafôfo, o Embaixador Carlos Sousa Amaro aproveitou o momento para “agradecer todo o apoio, gentileza e atenção” que lhe foi prestado pela comunidade.”  “A Venezuela é um país que me deixou muitas recordações, não só pela geografia mas também pelo calor humano. Trago-os no meu coração porque são um exemplo da solidariedade que caracteriza a nossa comunidade na Venezuela”, afirmou. “Todos [os portugueses] são conhecidos como a comunidade de trabalho mais dura da Venezuela. E ela está a contribuir para o desenvolvimento económico do país”, disse, fazendo votos para que assim continue “porque é uma grande honra para nós em Portugal”.