Sérgio Vieira na calha para treinar o Marítimo

Confirmada a saída de Milton Mendes do comando técnico do Marítimo, vários nomes foram ventilados para tomar o leme da equipa. Mas o técnico português Sérgio Vieira é o principal candidato. Milton Mendes deixou ontem o comando técnico do Marítimo...

Sérgio Vieira na calha para treinar o Marítimo
Confirmada a saída de Milton Mendes do comando técnico do Marítimo, vários nomes foram ventilados para tomar o leme da equipa. Mas o técnico português Sérgio Vieira é o principal candidato. Milton Mendes deixou ontem o comando técnico do Marítimo e o principal candidato para assumir o leme da equipa é, sabe o JM, Sérgio Vieira, ex-técnico do Farense. Ao longo desta segunda-feira foram avançados alguns nomes, com destaque para o de Julio Velásquez, mas tanto quanto foi possível apurar, o espanhol encontra-se, pelo menos por agora, no plano das alternativas. Sérgio Vieira, 39 anos, enquadra-se no perfil desejado pela SAD verde-rubra. Para além de ser português e ex-jogador, detém um grande conhecimento do futebol português e também estrangeiro, nomeadamente o brasileiro, onde entre 2015 e 2017 orientou as equipas principais de clubes como São Bernardo, América Mineiro, Ferroviária, Guaratinguetá e ainda os sub-23 do Atlético Parananense.A experiência que o técnico acumula na formação também é tida como uma mais-valia, tendo em conta o projeto que o Marítimo quer continuar a desenvolver nos escalões mais jovens do clube. Mas nesta fase complicada que a equipa atravessa - nove jogos sem vencer e último lugar da tabela na I Liga - a principal preocupação de Sérgio Vieira vai por inteiro para a concretização do objetivo de manter os verde-rubros no principal escalão. E experiências de subidas não faltam no currículo do treinador.Antes da aventura na terra de Vera Cruz, o técnico trabalhou como observador no Sporting de Braga, durante três épocas, tendo na última destas temporadas exercido o cargo de treinador adjunto.Em 2017/18 regressou a Portugal, para assumir o comando do Moreirense, mas não resistiu à instabilidade vivida no emblema minhoto (que teve nessa época também Manuel Machado e Petit como treinadores), e acabou por sair ao fim de 17 jogos e apenas cinco vitórias.Na época seguinte, já no Famalicão, foi um dos obreiros da subida da equipa à I Liga, embora tenha deixado o comando à 26.ª jornada. Após alguns meses sem trabalhar, foi chamado a liderar o regresso do Farense ao principal escalão, que foi alcançado com sucesso na temporada passada embora com o contributo da pandemia, que levou a Liga de Clubes a concluir antecipadamente a prova e ‘homologar’ as subidas dos algarvios e do Nacional.O treinador deixou, no início de fevereiro, o comando do Farense, 18.º e último classificado da I Liga de futebol, que orientava há um ano e meio.