Sindicato diz que Susana Prada “deturpou a realidade” no que respeita à carreira de vigilante da natureza

O Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do Sul e Regiões Autónomas (STFPSSRA), num comunicado enviado à redação, veio contrariar diversas afirmações proferidas por Susana Prada, secretária regional do Ambiente, Recursos...

Sindicato diz que Susana Prada “deturpou a realidade” no que respeita à carreira de vigilante da natureza
O Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do Sul e Regiões Autónomas (STFPSSRA), num comunicado enviado à redação, veio contrariar diversas afirmações proferidas por Susana Prada, secretária regional do Ambiente, Recursos Naturais e Alterações Climáticas, na Assembleia Legislativa da Madeira sobre a carreira de vigilante da natureza. Sobre a discussão da carreira de vigilante da natureza da RAM, os dirigentes sindicais da delegação do STFPSSRA afirmam que Susana Prada “deturpou a realidade e as declarações prestadas não correspondem à verdade”, lê-se no referido comunicado. “O que Susana Prada expressou na ALRAM é enganador e revelador. Dizer que 'um Vigilante da Natureza ganha, no topo da carreira, o mesmo que um professor universitário recém doutorad' é só desonestidade intelectual e revelador do sectarismo existente contra a carreira destes trabalhadores”, aponta o Sindicato, indicando que na Região “não há vigilantes no topo da carreira”. Sobre o suplemento e penosidade, o STFPSSRA salienta que “é um direito de todo e qualquer funcionário do IFCN que esteja deslocado - e só nestas circunstâncias -, nas Desertas ou nas Selvagens. O suplemento de risco é um direito exclusivo dos Vigilantes da Natureza. Este suplemento faz parte da remuneração dos vigilantes da natureza desde 1993 e está estagnado há mais de 20 anos, ainda do tempo do escudo”, acusa. O Sindicato defende ainda que a idade de reforma para todos os trabalhadores seja aos 60 anos de idade ou 40 de funções. “Não sendo exceção, na Madeira a proposta foi apresentada. Caberia ao Governo recusá-la, como fez a tantas outras. Se enviou tal proposta à Assembleia Legislativa Regional é porque a considerou justa e exequível. Pena que não lute para que seja uma realidade", atira.